sábado, 2 de janeiro de 2010

Melhores fotos de 2009

Agora que as festividades e compromissos começam a diminuir, vamos voltando devagar a o ritmo normal do blog. E para o primeiro post de 2010 escolhi as melhores fotos de 2009, que não foi um ano que tirei muitas fotos, mas as poucas que tirei algumas merecem estar aqui.


De Melhores 2009



De Melhores 2009



De Melhores 2009



De Melhores 2009



De Melhores 2009



De Melhores 2009



De Melhores 2009



De Melhores 2009



De Melhores 2009



De Melhores 2009

(CONTINUAR)…
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Extra! Extra! Jesus nasceu!


Responda rápido: quais as melhores lembranças que você tem sobre o Natal? Talvez venha na sua cabeça um daqueles momentos especiais com a família... Pode ser que se lembre daquele presente que tanto queria ganhar ou mesmo de um filme bonito sobre um velhinho vestido de vermelho...


Essas coisas acontecem no Natal, mas será que elas explicam o sentido do Natal? Obviamente não. O Natal expresso pela mídia e pela sociedade é muito distante do seu verdadeiro sentido.


Veja, por exemplo, algumas características do Natal hoje:


• Consumismo – Não existe data melhor para venda do que o Natal. A tradição das trocas de presentes aliado ao aumento do poder de consumo das pessoas (13º salário) faz do Natal uma época fértil para os negócios. A economia ganha novo fôlego com a criação de milhares de empregos temporários. Saímos nas ruas e vemos as lojas abertas até tarde, sedentas em fisgar clientes. Multidões nas ruas, atrás do consumo, do material.


• Aparente fraternidade – No Natal a sociedade passa uma leve maquiagem de amor e bondade. Todos aqueles que correram os 11 meses do ano para acumular riquezas e conquistar seus próprios interesses, agora são convocados a estender a mão ao próximo. A sociedade que passa o ano inteiro ignorando os pobres agora usa dos meios de comunicação para ajudar os mesmos.

• Aparente união – As famílias que passam a maior parte do ano divididas, se voltam para a união no momento da ceia.


• Mitos – O maior deles é o Papai Noel, um velhinho que sai com um trenó puxado por cervos com a missão de distribuir presentes.


Diante disso tudo, pergunto, onde está Jesus? O máximo que se vê com respeito a Jesus está representado nos presépios. Mas os presépios são sempre imóveis e parados no tempo. Uma história de personagens estáticos. Um presépio só pode ser usado no mês de Natal, depois tem que ser guardado (a fé verdadeira é para ser vivida todos os dias).


Em resumo, concluímos que a maioria das pessoas comemora um Natal com mensagem completamente diluída, desfigurada e desconexa de sentido com aquilo que aconteceu há dois mil anos atrás.


O que o Natal deveria resgatar?


Deveria resgatar a lembrança de Jesus. Ele nasceu num período dentro de nossa realidade e de nossa história, mais precisamente durante o reinado de César Augusto. (Lucas 2.1) A população havia sido convocada para um grande censo, portanto todas as pessoas deveriam partir rumo ao alistamento em suas cidades de origem. Foi nesta ocasião, quando José e Maria estavam em Belém, Jesus nasceu.(v.6)


Naquela escura noite pastores foram surpreendidos por um anjo que anuncia o grande evento. Evento que sem dúvida iria mudar a história da humanidade:

"Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo o Senhor" (Lucas 2.10-11)

A mensagem do anjo proclama quem é Jesus. Quem é Jesus?


Jesus é Salvador
A palavra Salvador usada por Lucas, no mundo grego e romano era freqüentemente aplicada a deuses e grandes figuras militares. Todavia Jesus não era um líder político nem mesmo mais um “deus” – era sim o verdadeiro Salvador. Ele teve uma missão, a de salvar os seus escolhidos da condenação eterna (João 3.16).


Desta forma, anunciar a vinda do Salvador, é também anunciar que a salvação chegou! Esta importante notícia é um alívio para aqueles que estão perdidos.


Certa vez um grupo de mineiros trabalhava numa profunda mina quando houve um desabamento e ficaram presos por horas seguidas – presos e perdidos na escuridão. Quando a equipe de resgate conseguiu entrar na mina e tirar as vítimas, os mineiros tiveram a sensação de saírem da escuridão e das profundezas para a luz do dia. Foram salvos! Estavam perdidos mas foram achados!


A situação do ser humano também é parecida com esta ilustração. Muitas pessoas vivem despreocupadas com o futuro ou com a vida em relação a Deus. Conscientes ou não, estão perdidas e sem salvação. Passam-se os natais e não conseguem compreender que o nascimento de Jesus é a chegada de Salvação!


Salvação da condenação pelo pecado (desobediência a Deus), das tristezas, da perversidade, da falta de sentido, e principalmente do tormento eterno. Com o Salvador cada pessoa tem a oportunidade de gozar a vida com Deus num relacionamento íntimo que começa aqui na terra e atinge proporções eternas (no céu).


Jesus é o Messias
Cristo significa, do grego, Ungido. Grosso modo, a unção era o ato formal no qual se derramava óleo, consagrando a pessoa para uma função especial; em geral se ungiam sacerdotes e reis.


O povo hebreu (no Antigo Testamento) tinha a expectativa da vinda de um rei pertencente à linhagem de Davi, que seria especialmente ungido por Deus para introduzir o seu reino. Esse futuro rei recebeu um nome derivado da palavra ‘ungir’ em hebraico: Messias. Esse título também era também empregado a quem Deus levantaria para ser o libertador de Israel.


Não é a toa que muitos entenderam que essa libertação seria militar e política, que o Messias derrotaria os inimigos de Israel e exaltaria o povo de Deus. Porém Jesus não veio ser um líder político e nem exaltar política-militarmente uma nação em detrimento a outras – Jesus veio para libertar e reinar sobre seu povo. Veio trazer consigo o Reino de Deus e a sua justiça.


Desta maneira, anunciar que o Messias havia nascido era o mesmo que anunciar o surgimento de um novo Rei que governaria os corações e vidas de seus súditos.


Mas o que reina no coração da maior parte das pessoas que estão distante de Deus? Sem dúvida o ego do ser humano tem estado no trono dos corações. Outras pessoas são escravas, do dinheiro, da mentira e de coisas pertencentes ao mundo. Assim como um reinado mau não trará paz, o coração destas pessoas não sabe o que significa na prática tal palavra..


Jesus veio para ser o Messias, nosso Rei. Veio para governar as nossas vidas de modo justo, pacífico e marcado pelo amor. Somos então convidados a sermos súditos do Reino de Deus que começa aqui na terra e se estabelecerá definitivamente com a sua segunda vinda.

Jesus é o Senhor
Quando o anjo afirma que Jesus é o Senhor ele quer dizer que o senhorio de Deus está estabelecido em Cristo. Ele veio para ser Senhor dos pobres, das viúvas, dos solitários, dos discriminados, dos anciões, de todos!


Anunciar que Jesus é o Senhor significa que nossas vidas já não pertencem a nós mesmos. Nossos pensamentos, ações e atitudes não podem refletir a irresponsabilidade para com o nosso Senhor, nosso Criador. Ele exerce domínio sobre nós. Confronta nossos pensamentos, ações, conversas e desejos!


Com Cristo como Senhor somos convidados e desafiados a agora não apenas andar pelos nossos planos e propósitos, mas sim, confiar toda a nossa vida ao senhorio de Cristo. Ele é o nosso Senhor e nos guiará – a ele pertence nossa vida!

Anuncie!

Neste Natal, quando você estiver andando pelas ruas da cidade, quando for comprar presentes, quando se reunir com sua família, lembre-se que a verdadeira origem, razão e essência do Natal é unicamente Jesus. Faça desta preciosa data uma eficaz oportunidade para anunciar a todos que Jesus é o Salvador, Messias e Senhor.


E para finalizar, desejo a todos meus amigos internautas que acompanham este singelo blog um Feliz Natal!

(CONTINUAR)…
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domingo, 20 de dezembro de 2009

Fotos: Cantata de Natal

Hoje foi o dia oficial da estréia do novo coral da igreja, que apresentou a cantata "Que haja paz na terra", sob regência de Fabiana Fortes Barros. Confiram as fotos clicando na imagem abaixo:


De Cantata Coral - 20.12.2009

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sábado, 19 de dezembro de 2009

O que há de positivo no Natal?

Adaptado do livro “Pense Comigo” - de Samuel Barbosa

Natal. Tanta coisa já se tem dito sobre o Natal. Artistas, jornalistas, atores, jogadores, empresários dão sua opinião sobre o Natal, de modo geral condenando o mercantilismo, a comercialização do Natal. À parte esse fator negativo que tem caracterizado a comemoração do Natal em nossos dias, valem algumas considerações sérias sobre o Natal.



O Natal desperta em nós o senso de humildade, isto porque Cristo nasceu humildemente, viveu humildemente, gostava dos pequeninos e dos humildes, ensinou a humildade. Deu provas de humildade quando lavou os pés dos discípulos. Cristo, o mestre humilde,entrou em casa de Zaqueu, um pecador arrependido.


Eu não creio na sinceridade de natais sofisticados, a que o menino de Belém não compareceria por modéstia. Eu só creio no Natal sentimento, que nos torna mais humildes quando nos comparamos com o aniversariante.


O Natal desperta em nós o senso de necessidade. Quando Cristo nasceu o mundo precisava dEle. O seu momento foi determinado pela necessidade que o mundo tinha de um salvador. Pois bem, o Kairós do Cristo ainda não passou. Cristo continua a ser uma necessidade para o mundo atual. Os organismos internacionais não são incapazes de garantir a paz no mundo.


As instituições humanas igualmente se mostram incapazes disso. Só o espírito de Cristo determinando os nossos sentimentos e os nossos atos é que possibilitará à humanidade o gozo da paz, do amor, da compreensão. O mundo de hoje têm as mesmas necessidades do mundo do tempo em que Cristo nasceu. E Ele continua ser a solução para os problemas humanos, pois todas as soluções humanas tem sido baseadas nos ensinamentos de Jesus.


O Natal desperta em nós o sentimento de amor. Natal é nascimento e nascimento é fruto do amor. Natal é festa de amor, é festa do coração. O Natal marca a presença do Filho de Deus no mundo, a maior prova do amor de Deus ao homem.


O homem se torna mais sensível no Natal, mesmo aqueles que não alimentam no coração a genuína fé cristã.


Há quase dois mil anos o homem vem comemorando o Natal o que significa que há quase dois mil anos o homem vem renovando o sentimento de amor e solidariedade, mesmo que seja em manifestações passageiras.


Por quase duas mil vezes o homem se lembra de que precisa ser bom. Isso já é alguma coisa. Só isso justificaria a comemoração do Natal. Para o cristão, porém, o Natal não dura um dia só. Ele dura o ano inteiro, a vida inteira. Cristo deve ser uma realidade cotidiana na vida do cristão. Para o cristão o Natal não passa. Ele é permanente a determinar-lhe os sentimentos pensamentos e atitudes.


Muita gente passa o ano inteiro sem Cristo e só no Natal se lembra dEle. Não acontece o mesmo com o cristão, a quem Cristo sempre está afirmando: “eu estarei convosco sempre, até a consumação dos séculos”.


Que o Natal de Jesus deixe de ser uma festa anual, para ser uma realidade diária na vida de todos os homens de boa vontade, são os nossos votos. Então se cumprirão as palavras anunciadoras do primeiro Natal:


“Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade!”

(CONTINUAR)…
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Cristianismo e Espiritismo: são a mesma coisa?


Por Natanael Rinaldi


O Espiritismo pretende ser Cristianismo. Alan Kardek no seu livro "O Evangelho Segundo o Espiritismo", 77a. edição - p. 48, afirma: "O Cristianismo e o Espiritismo ensinam a mesma coisa."


Entendem os adeptos do Espiritismo que seu movimento religioso é a fase mais avançada da religião de Cristo, ou seja, a terceira revelação de Deus aos homens.


Allan Kardec continua: "A lei do Antigo Testamento teve em Moisés a sua personificação; a do Novo Testamento tem-na Cristo. O Espiritismo é a terceira revelação da lei de Deus..."(O Evangelho Segundo o Espiritismo, p. 59). E no livro "A Gênese", 19a. edição, p. 26 diz mais Allan Kardec que o Espírito Santo é identificado como o movimento espírita, no cumprimento da promessa de Cristo de mandar o Consolador.


Nada mais justo, pois, que fazer um cotejo dos ensinos do Espiritismo com os das Escrituras Sagradas, que são o livro de texto dos cristãos. Passemos ao confronto, apresentando em primeiro lugar as reivindicações espíritas e em seguida sua refutação bíblica:


1 - Quanto ao Espiritismo ser a terceira revelação de Deus aos homens,ou o cumprimento da promessa de Crismo de mandar o Consolador - o Espírito Santo.


DECLARAÇÃO: "Razão há, pois, para que o Espiritismo seja considerado a terceira das grandes revelações."(O Livro dos Espíritos,p. 24).


REFUTAÇÃO: Tal declaração é um absurdo, podendo ser até considerado uma blasfêmia, para a qual não há perdão Mt 12.31-32. A Bíblia revela que o Espírito Santo é uma Pessoa, a terceira Pessoa da Santíssima Trindade:


a) Ele aparece em igualdade com o Pai e com o Filho na ordenança do batismo - Mt 28.19;
b) no batismo de Jesus - Mt 3.16-17
c) na bênção apostólica - 2 Co 13-13. Jesus prometeu o Espírito Santo aos seus seguidores (At 1.4r5) e lhes recomendou não sair de Jerusalém (Lc 24.49) e o Espírito Santo desceu sobre eles no dia de Pentecostes (At 2.1-4).


Logo, o Espírito Santo nada tem a ver com o surgimento do Espiritismo moderno codificado por Allan Kardec mais ou menos I85O anos depois. A prova da descida do Espírito Santo e sua missão (At 1.8) está na mudança dos apóstolos depois de Pentecostes como se mostraram intrépidos na comunicação do Evangelho que Cristo lhes mandara pregar (Mc 16.15-16).



2 - Quanto à possibilidade de comunicação de espíritos de mortos com os vivos.


DECLARAÇÃO: "Todo o homem é um médium e está cercado no seu dia-a-dia por uma população invisível que, sem que ele o saiba ou queira, com ele se relaciona."(O que é o Espiritismo, p. 39 de Maria Laura Viveiros de Castro).


REFUTAÇÃO: Não há base bíblica para essa crença. Ao contrário a Bíblia ensina que a prática de consultar os mortos era abominável a Deus, pelo que Deus a proibiu terminantemente. Ex 22.18; Lv 19-31;20.7; Is 8.19-20.



DECLARAÇÃO: "A proibição de consultar os mortos em os mortos voltarem." (O Que é o Espiritismo, p.89)


REFUTAÇÃO: Deus proibiu a idolatria não porque existissem outros deuses, mas porque atrás da idolatria estava a demonolotria 1 Co 10.19-20. Da mesma forma, Deus proibiu a consulta aos mortos não porque eles se comunicassem com os vivos, mas porque não eram os espíritos dos mortos que se comunicavam com os vivos, mas eram espíritos demoníacos ou espíritos malignos - Ef 6.10-12.



3 - Quanto à doutrina da reencarnação.


DECLARAÇÃO: "O princípio da reencarnação ressalta de muitas passagens das Escrituras, achando-se especialmente formulado de modo explícito, no Evangelho." (O livro dos Espíritos, 25ª edição, p. 146). Passagens comentadas por Allan Kardec: a) Mt 11.14: "E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir."


REFUTAÇÃO: João Batista era Elias, não reencarnado, mas profético, isto é, tinha características e missão semelhantes, como passamos a expor:


a) para que Elias reencarnasse, devia primeiro ter morrido, o que não aconteceu - 2 Re 2.11;

b) se Elias tivesse reencarnado, na transfiguração de Mt 17.1-6, quem deveria ter aparecido seria João Batista e não Elias

c) a semelhança entre Elias e João Batista nada tem a ver com a reencarnação, pois os traços semelhantes estão na identidade de ministério;

d)o próprio João Batista, diretamente interrogado por uma comissão de judeus, se ele era Elias, respondeu categoricamente: "Não! " - Jo 1.21

e) em Mt 11.13 Jesus diz:"todos os profetas profetizaram até João." Dizendo Jesus "todos",isto inclui Elias, e a eles Jesus acrescenta João. Elias e João não são o mesmo.



DECLARAÇÃO:
b) Jo 3.3 "Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo." (O Evangelho Segundo o Espiritismo, 77a. ed. p. 89).


REPUTAÇÃO: Dizemos que "nascer de novo" significa regeneração. Reencarnação é a entrada do mesmo espírito em outro corpo. Regeneração é a mudança das disposições dominantes da alma, estando no mesmo corpo. Ao dizer a Nicodemos que era preciso nascer de novo, Jesus disse que "o que é nascido da carne é carne e o que é nascido do espírito é espírito"(Jo 3.6). Se houvesse reencarnação, ela consistiria sempre em nascimento da carne e Jesus estava falando claramente de um nascimento espiritual - Jo 1.12-13; 2 Co 5-17; Cl 6.15; Ef 24.22-24.



4 - Outras doutrinas bíblicas negadas pelo Espiritismo


4.1 - Negam a existência do céu


DECLARAÇÃO: "A felicidade dos Espíritos bem aventurados não consiste na ociosidade contemplativa que seria, como temos dito muitas vezes, uma eterna e fastidiosa imutilidade."(O Céu e o Inferno." – 4ª edição, p. 30)


REFUTAÇÃO: O céu é um lugar, conforme a palavra de Jesus em Jo 14.2-3. O céu é um lugar chamado Paraíso ou terceiro céu (2 Co 12.2-4), habitação dos salvos na presença de Jesus. O céu é também chamado cidade celestial (Fl 3.20-21). Dentre as coisas que não haverá no céu (Ap 21.4) destacamos:


a) não haverá lágrima;
b) não haverá pranto;
c) não haverá luto;
d) não haverá dor.


Poderá ser este lugar um lugar fastidioso? Não na linguagem de Paulo em 1 Co 2.9



4.2 - Negam a existência do inferno corno lugar de Castigo eterno


DECLARAÇÃO: "Ou Deus é perfeito e não há penas eternas ou há penas eternas e Deus não é perfeito."(O Céu e o Inferno, 4ª ed. p. 77).


REFUTAÇÃO: Deus é perfeito e há penas eternas. Deus é perfeito e quer que todos os homens se salvem 1 Tm 2.4;2 Pd 3.9; Ez 33.11. A maior prova do amor de Deus foi dar seu Filho para nos salvar Jo 3.16 17.


O homem que recusa a salvação é responsável por sua perdição. Mt7.13; -14; Mc 16.15-16. No Novo Testamento a palavra "Eterno" - (aionios, no grego) tem o sentido de duração sem fim e é neste sentido que ela deve ser entendida.


A citada palavra 'aionios" (eterno) é empregada para referir-se:


a) a Deus e seus atributos - Rm;16.26; Ap 4.10-11;
b) a vida; dos salvos, que é vida eterna - Jo 3.16.
c) ao tormento dos perdidos no inferno Mt 25.41,46; Mc 9-43-45; Ap 14.10; 21.15



4.3 - Negam a Personalidade, do Diabo e seus anjos


DECLARAÇÃO: "Satã, segundo o Espiritismo e a opinião de muitos filósofos cristãos não é um ser real; é a personificação do mal."; (O Que é o Espiritismo, 4ª edição, p. 86)


REFUTAÇÃO: O diabo é uma personalidade, segundo as Escrituras:


a) é mencionado entre outras pessoas espirituais - Jó 1.6; 2.8;
b) manteve conversação com Jesus no Monte - Mt 4.1-10;
c) ele planeja, fala, mente, arquiteta insídias - Jo 8.44;
c) Pedro admoesta a que tenhamos cuidado com ele - 1 Pd 5.8



DECLARAÇÃO: "O Espiritismo não admite demônios no sentido vulgar da palavra, mas admite os maus espíritos." (idem, p. 85).

REFUTAÇÃO: Os demônios são seres espirituais caídos que executam as ordens do seu chefe Beelzebu e povoam os ares - 2 Co 11.14-15 Lc 8.25-33; Ef 6.10-12



4.4 - Negam a Deidade de Jesus


DECLARAÇÃO: "Digamos que Jesus é Filho de Deus como todas as criaturas, que ele chama Deus Pai, como nós aprendemos tratá-lo de nosso Pai."(Obras Póstumas, 20ª ed.p 149/150).


REFUTAÇÃO: O que Jesus disse de si está em Jo 5.18:"... dizia que-Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus."


Assim, a expressão “Filho de Deus” na boca de Jesus, significava muito mais do que Allan Kardec afirma. Significava que ele era igual a Deus, o Deus Filho Jo 20.28


Os inimigos de Jesus bem o entendiam, da ponto de o terem condenado precisamente por isso Mt 26.62-64. Jesus chegou a aplicar; a si a fórmula da auto revelação divina "Eu Sou” (Jo 8.58 comparado com Ex 3.14), o que os judeus entenderam muito bem pois "pegaram em pedras para o apedrejarem." (Jo 8.59).


Disse mais que era um com o Pai – Jo 10.30-33; 14.9.



4.5 - Negam a eficácia do sangue de Jesus para purificação de pecados da humanidade


DECLARAÇÃO: "Pensamos nós que o ensino protestante da purificação pelo sangue de Cristo ainda se mantém porque a mentalidade humana está no mesmo nível de suas fraquezas morais." ..."Porque espírito lúcido poderá passar a idéia do que para resgatar a falta de suas criaturas necessitasse o Criador, imolar um inocente? E que fraqueza de processo." (À Margem do Espiritismo, p. 147).


REFUTAÇÃO: São abundantes na Bíblia as passagens que ensinam a impossibilidade de salvação pelas boas obras e que a salvação e purificação dos nossos pecados:se alcança pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus, que morreu por nós.


Assim, apontamos que:


a) as boas obras não salvam - Is 64.6; Ef 2.8-10;
b) Cristo tomou livremente sobre si a obrigação de satisfazer o que os homens, por si sós, eram incapazes de fazer - reconciliar-se com Deus. (Is 53-4-6 comparado com Mt 8.17 Lc 22.37; 1 Fd 1.18-19; 2.24; 1 Jo 1.7,9; 2.1; Ap 1.5.)



4.6 - Negam a autoridade da Bíblia Sagrada


DECLARAÇÃO: "Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O Espiritismo não é um ramo do Cristianismo como as demais seitas chamadas cristãs. Não assenta os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia. ...Mas a nossa base é o ensino dos Espíritos, daí o nome Espiritismo." (À Margem do Espiritismo, p. 214)


REFUTAÇÃO: Aí está a maior prova de que o Espiritismo e Cristianismo não são a mesma coisa. Cristianismo é Cristo, é sua Palavra (Jo 5.39-40). Espiritismo é paganismo, é ensino de espíritos malignos (2 Co 11.13-14 - Ef 6.12), nada tem de comum com o Cristianismo, sendo prática pagã (Dt 18.10-12).


São antagônicos: quem é cristão (At 11.26) não pode ser espírita, pois espírita não é cristão, muito embora procure se cobrir com pele de ovelha Mt 7.15-16.

(CONTINUAR)…
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Os meus dias: Itapeva 1953 - 1960


Trecho do livro "Os meus dias" do Rev. Lázaro Lopes de Arruda


Itapeva 1953 a 1960


Após as formalidades constitucionais preconizadas pela Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil, recebidas e aprovadas pelo Presbitério, a tese e a exegese, preguei o sermão exigido para a licenciatura.


Templo cheio, elaborada a liturgia pelo Presidente, subimos ao púlpito. Foi indescritível a emoção! Candidato jovem, idealista, cheio de esperança, encontrou seleto auditório. O meu texto foi o de Tg. 1:27 - A Religião Pura.


Ressaltei os elementos textuais: 1) Ato de caridade para os que sofrem; 2) A busca da santidade de vida. Ressaltei um terceiro elemento que julguei oportuno - Religiosidade que agrada a Deus.


Na crítica, observaram que o último elemento era a tese, o tema, havendo no caso ligeira confusão. Pediram-me explicação. Defendi a estrutura do sermão dizendo que me importei em reiterar estes elementos do texto, e que ali estavam.


Não pensei que isso atropelaria e nem prejudicaria o sentido do texto. Eles aprovaram o sermão. E assim fui licenciado no dia 11 de janeiro de 1953, pelo Presbitério reunido no Templo da Igreja Presbiteriana, minha Igreja de origem, sendo o primeiro ministro que surgia desta briosa comunidade cristã.


O Presbitério debatia os seus problemas. As Comissões desempenhavam as suas tarefas. A Comissão de divisão de campos fazia uma forte discussão. Os dois candidatos à ordenação, agora licenciados, Francisco Xavier da Cunha e Lázaro Lopes de Arruda, estavam ocupando o centro das discussões. Soando a campainha para o lanche, emocionei-me ao pensar que no fim de semana começaríamos uma nova fase, e eu já preparava o sermão para o primeiro domingo no novo campo de luta, na paróquia principal, sede deste mesmo campo.


O Presbitério era de um imenso território. Para o sudoeste fazia divisa com o Paraná e, às margens do Ribeira, para cima, limitava-se com a legendária Itararé. Voltando para leste, atingia "a Sorocaba dos tropeiros".


Para o norte, vinha se defrontar com as montanhas ou serranias de Bofete e Botucatu. A sorocabana cortava, com seu eixo ferroviário, as regiões de Sorocaba, projetando-se para noroeste até o planalto de Cerqueira César, um ramal que conduzia para Itararé, de onde se espraiavam as campinas verdes, tarjadas do verde-escuro de restingas de matas.


Foram as campinas bordejadas pelos cascos das alimárias de Antonio Pedro de Cerqueira Leite, José Zacharias de Miranda, João Paulo de Camargo e dos evangelistas, que se iam em busca de crentes e interessados na fé.


Lá, entre colinas e pedreiras, desenhava-se na paisagem, com casarios esparsos, a famosa "Faxina" - hoje a progressista Itapeva. Ali, sobre uma rocha, na última elevação, consta que o pioneiro, Rev. Antônio Pedro de Cerqueira Leite, apeava-se da sua cavalgadura exausta, ajoelhando-se, em prece, pela cidade, cheio de preocupações e amargura, um solitário que poderia nem ser recebido. Era 1875.


Havia dois campos difíceis que, desde os velhos tempos, eram percorridos a cavalo e à pé; e nos nossos dias, há 40 anos, eram servidos por ônibus velhos que nem sempre chegavam ao destino.


Muitas vezes, as jornadas eram completadas à pé, e outras tantas vezes a melhor condução era o lombo dos burros e dos cavalos. Quando não chovia, era tão divertido... Apiaí e Itapeva. Dois campos, dois licenciados.


Voltemos ao Presbitério.


Nos primeiros debates, após o almoço, a Comissão veio prestar relatório ao plenário. Foi então que vi aquele homem extraordinário, presbítero da Igreja em Itapeva, representante do seu Conselho, o Sr. Izaltino Pereira Vasconcelos, coletor da Receita Federal da cidade.


Veio ele ao meu encontro, suarento, com andar cansado, como um homem gordo que era, saindo da última refrega, da eloqüente Comissão, exclamando felicíssimo: "Rev. Lázaro, quebrei lança, mas consegui. O Sr. irá conosco para a Igreja de Itapeva".


Já me chamava de reverendo. Em Itapeva, fui conhecer os presbíteros velhos Jeminiano David Müzel e Glycério David Müzel, dois grandes companheiros, que já estão com Deus.


Era tal o contentamento dele que me senti confuso e sem entender. Como teria dado certo de ficar no campo em que era pastor o meu grande amigo Rev. Waldemar e, agora, receber como um presente a Igreja em que era presbítero o outro grande companheiro, Izaltino, que me ofereceu, de pronto, a sua casa para a minha morada, até que dentro de três meses tivesse a minha própria casa?


Era muita honra já ser considerado reverendo por aquele simpático presbítero. Era mesmo honra demais. Por outro lado, senti um impulso vocacional intenso confirmando o meu chamado para a mais excelente das carreiras. O tempo era diferente dos dias hodiernos, havendo mais comunhão e também mais elevação mística.


O Rev. Francisco foi para Apiaí, o campo mais difícil, mas de gente tão amável, o suficiente para sentir, o colega com a sua esposa, Ondina, o fascínio da amizade daquele povo. Ali o visitei uma vez. Lá estavam numa Igreja já poderosa, cercada de simpatia e de bem-querença.


Tanto é assim que Ondina despediu-se em lágrimas quando deixou a cidade, ao lado do seu esposo, comovidos e abraçados pelos crentes. Com isto, a nossa vocação acrisolava-se com as aflições e o amor.


Nós, os licenciados, claramente sentimos as mãos de Deus em nossas vidas, o que reconhecíamos nos contatos e diálogos que tivemos posteriormente. Cada qual, contando a sua experiência.


Servi a Deus em Itapeva no período de sete anos com os seis meses de licenciatura. Foi a primeira fase de um ministério muito feliz. Casei-me e fui para lá. Irma Helena, ao meu lado, colaborava no trabalho de visitação diária, mesmo durante a gravidez da primeira filha.


E fazia comigo consideráveis jornadas à pé. Desfrutou em Itapeva, como em toda a peregrinação, de profundas amizades. Era mais rodeada de atenções que o marido. Chegou a desempenhar, quando só tinha os dois primeiros filhos, o cargo de Presidente da SAF e, depois, Diretora da Liga Juvenil.


Irma cuidava da limpeza da casa, lavava e passava roupa, visitava os crentes com o marido. Era ativa na SAF, marcando com presença a Escola Dominical e os cultos. Na Escola Dominical, ganhou um prêmio por não ter faltado, em um ano, com uma ausência sequer.


Cedo, começou a sentir um abalo da saúde - depois de ter sido mãe cinco vezes. E preciso notar que, na administração do lar, via-se em apuros com o salário irrisório, num tempo em que dizimista era uma raridade e as Igrejas contavam com uma tesouraria anêmica.


Tempo das "vacas magras"! Além disso, colaborou com Deus no ato de abençoar os meus dias. A nossa dedicação - se não exagero a falar de nós - era extrema. Casamo-nos no dia 2 de maio e, no dia 4, já estávamos na cidade por ocasião do aniversário da Igreja.


Férias, gozávamos quando íamos receber um novo bebê, e de Itapeva íamos à Tatuí, na casa do sogro. Praticamente não tivemos lua-de-mel, em bonitos passeios. Sem dinheiro, a vida é diferente. Amor era sempre o nosso melhor tesouro!


Itapeva ficou em nossos corações. Recebíamos aproximadamente 25 pessoas no rol somente na sede, durante um ano de trabalho, sem falar nas transferências. Pontos de pregação daqueles sete anos hoje são Congregações e Igrejas. Havia uma bela mocidade, um excelente coral, em que atuavam esplêndidos cantores, organistas e pianistas de grande habilidade.


Lembro-me com saudade dos Müzel, dos Moura, entrosados por matrimônios. Lembro-me ainda dos Camargo, dos Kirchner e dos Braatz, dos Moraes e dos Martho... Recordo os nomes e lares, os problemas e as vitórias.


Graças a Deus!

Em todo o campo, granjeei fiéis amigos, como, para não me alongar, os Rodrigues de Morais. Lembro-me do Gamaliel, com gratidão! Não me esqueço do Levy e de outros seus irmãos.


Logo de início, fui eleito Presidente do Presbitério, ainda bem jovem, tendo duas ou três reeleições. A nossa casa vivia cheia de amigos. A mocidade da Igreja fazia muitas reuniões na casa pastoral. Vivíamos quase sempre cansados, mas a paz morava e ainda mora conosco, graças a Deus!


No campo de Faxina, fui pastor e organizador da Igreja Presbiteriana em Barreiros e me tomei amigo e hóspede dos Monteiros, dos Camargos, de cujo bairro guardo a saudade até do cântico afinado de um imponente galináceo de um deles, que faria inveja ao mais apreciado solista. O canto do galo ecoava pelas matas vizinhas e o seu eco morria nas montanhas próximas.


Desse bairro, penetrava pelo bairro dos Marcelinos a fazenda dos Correas, Barra do Chapéu e outros lugares de difícil acesso. Sentia, no entanto, nas longas horas solitárias, a presença de Deus.

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Dúvida Bíblica: Será que Lucas cometeu um erro quando mencionou um recenseamento mundial?


Lucas 2.1

PROBLEMA: Lucas refere-se ao decreto de César Augusto, quando Quirino era presidente da Síria, "para que todo o mundo se alistasse" (Ec 2:1, SBTB). Entretanto, de acordo com os anais da história antiga, não se realizou tal recenseamento.


SOLUÇÃO: Até época recente, os críticos asseguravam amplamente que Lucas cometera um erro na sua afirmação quanto ao recenseamento feito por ordem de César Augusto, e que o censo realmente acontecera no ano 6 ou 7 a.D. (isso é mencionado por Lucas no discurso de Gamaliel, registrado em Atos 5:37).


A falta de qualquer suporte fora da Bíblia fez com que alguns considerassem que isso foi um erro de Lucas. Entretanto, conhecimentos recentes reverteram essa tendência, e agora é amplamente admitido que houve de fato um recenseamento anterior, como Lucas registra. Isso foi declarado com base em vários fatores.


Em primeiro lugar, como o povo de uma terra subjugada era compelido a jurar lealdade ao imperador, não era incomum que este requeresse um recenseamento em todo o império, como expressão dessa lealdade, como um meio de alistar os homens para o serviço militar ou, corno foi provavelmente nesse caso, como preparação para decretar impostos.


Devido às relações de tensão que havia entre Herodes e Augusto, nos últimos anos do governo de Herodes, como o historiador Josefo relata, é compreensível que Augusto começasse a tratar o domínio de Herodes como uma terra sujeita, e conseqüentemente impusesse tal recenseamento para manter controle sobre Herodes e sobre o povo.


Segundo, alistamentos periódicos desse tipo aconteciam de forma regular a cada 14 anos. De acordo com os próprios documentos que registraram esses alistamentos (ver W. M. Ramsay, Was Christ Born in Bethlehem? [Cristo Nasceu em Belém?], 1898), houve de fato um recenseamento em cerca de 8 ou 7 a.C.


Por causa desse costume periódico de recenseamentos, uma ação assim naturalmente seria considerada como decorrente da política geral de Augusto, muito embora um censo local pudesse ter sido instigado pelo governante local. Portanto, Lucas reconhece que o alistamento originou-se do decreto de Augusto.


Terceiro, um recenseamento era um projeto de grande amplitude, que levava provavelmente vários anos para completar-se. Tal alistamento com o propósito de estabelecer impostos tinha começado na Gália entre os anos 10 ou 9 a.C, e levou cerca de 40 anos para terminar.


É bem provável que o decreto que deu início ao recenseamento, em 8 ou 7 a.C, não tenha de fato começado na Palestina, senão alguns anos depois. Problemas de organização e preparo podem ter retardado a sua realização até o ano 5 a.C, ou até mesmo para mais tarde.


Quarto, não era também um requisito fora do normal exigir que as pessoas fossem até o lugar de seu nascimento ou ao lugar onde tivessem alguma propriedade. Um decreto de C. Vibius Mazimus no ano 104 a.D. requereu que todos os que estavam fora de sua cidade natal retornassem para lá com o propósito de um alistamento.


Para os judeus, viagens assim não eram estranhas, já que eles estavam acostumados a ir todo ano a Jerusalém. Simplesmente não há por que suspeitar da afirmação de Lucas a respeito do recenseamento no tempo do nascimento de Jesus. Seu relato enquadra-se no padrão dos alistamentos da época, e a data de sua realização não é descabida. Além disso, esse pode ter sido apenas um alistamento local, feito em decorrência da política geral de Augusto.


Lucas simplesmente nos fornece um registro histórico confiável de um acontecimento que, de outra forma, não teria sido registrado. Já que o Dr. Lucas provou por si mesmo ser um historiador de confiança em outras questões (ver Sir William Ramsey, St. Paul the Traveler and Roman Citizen [São Paulo, o Viajante e o Cidadão Romano], 1896), não há por que duvidar dele (veja também os comentários de Lucas 2:2).

Do livro Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e “Contradições da Bíblia”, Normam Geisler e Thomas Howe

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Análise de maxMODE ganha destaque no UOL jogos!


Meu ranking de jogos do Atari ganhou hoje destaque na página de jogos do UOL! Tirei uma screenshot para vocês conferirem. Foi muito gratificante ter esse tipo de reconhecimento, já que esta foi uma das análises mais trabalhosas que produzi.


Para quem ainda não viu, confira os links:


Clique aqui para ir ao site Games Brasil e ler o artigo.
Clique aqui para ir à página e ver mais de 60 análises de games.

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